Comunicado Agência Lusa

Lisboa, 21 nov (Lusa) – Dona Berta é a pessoa que representa melhor o ser e o estar lusófono, disse hoje o ex-secretário-executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira, sobre esta personalidade da sociedade guineense, que tem a sua biografia lançada hoje, em Lisboa. A biografia “Dona Berta de Bissau”, de José Ceitil, será lançada hoje na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), no Palácio Conde de Penafiel, em Lisboa.

“(É) a pessoa que representa melhor o ser e o estar lusófono”, disse Domingos Simões Pereira, recordando a homenagem prestada a Dona Berta na cimeira da CPLP em Bissau, em 2006. O também guineense Domingos Simões Pereira presidiu a comissão preparatória da VI Conferência de chefes de Estado e de Governo da CPLP, que decorreu em julho de 2006, em Bissau, e escolheu Dona Berta como uma das homenageadas da cimeira, juntamente com o ex-vice-Presidente da Guiné-Bissau Vasco Cabral.

Hoje, no lançamento da biografia de Dona Berta, Domingos Simões Pereira fará a apresentação através de um vídeo, que será visionado pelos presentes. “Agradeço às pessoas que me convidaram a associar-me a este projeto, porque penso que é um reconhecimento merecido, a uma pessoa que deu tudo o que tinha e continua a dar, portanto será um momento interessante”, disse Simões Pereira.

Dona Berta – que é cabo-verdiana, mas guineense de coração, como diz o autor da biografia – era proprietária da Pensão Central de Bissau e tornou-se uma personalidade cativante na sociedade guineense. “Eu conheci a Dona Berta ainda em meados da década dos anos 1970, na altura em que a Pensão Central de Bissau, da qual ela era a proprietária, albergava cooperantes portugueses que iam dar aulas a Bissau”, disse o ex-secretário-executivo da CPLP (entre 2008 e 2012), sublinhando que se encontrou com Dona Berta outras vezes.

“A biografia é uma homenagem e um tributo a que só têm direito aqueles que se destacaram no seu tempo e por isso merecem que o registo do que fizeram perdure para além dele”, referiu José Ceitil, o autor da obra. Segundo Ceitil, a obra é resultado de entrevistas feitas à Dona Berta na Pensão Central, entre maio e dezembro de 2010. “Se foi isto que me quis contar, então é porque a verdade é assim mesmo, tal e qual, pois é sabido que na linguagem dos sábios mesmo que a verdade com que traduzem a realidade seja contada através de algumas metáforas, não deixa de ser menos real”, referiu o autor da obra.

Atualmente, Dona Berta está

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